Porta-voz da Polícia Militar diz que não há indicativo de irregularidade em operação que terminou com 13 mortos

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O porta-voz da Polícia Militar do Rio, coronel Mauro Fliess, afirmou nesta segunda-feira que não há indicativo de irregularidade na ação dos PMs que participaram da operação nos morros da Coroa, Fallet e Fogueteiro que deixou 13 mortos na última sexta-feira. Em entrevista ao Bom Dia Rio, da TV Globo, Fliess acrecentou que os policiais permanecem trabalhando nas ruas enquanto acontece a investigação da corregedoria da corporação.

— O apurado até o momento pela nossa corregedoria indica o contrário do que está sendo relatado. Tínhamos o Disque Denúncia relatando 20 marginais fortemente armados dentro de uma residência. Houve um cerco para tentar abordagem. Houve uma forte reação de marginais para permitir a fuga de outros, inclusive a liderança da guarnição. Diante desse intenso confronto, o resultado todos já conhecem. A liderança da guarnição que se aproveitou desse momento para tentar fugir de dentro dessa casa foi presa pelos policiais que participavam do cerco. Não há nenhum indicativo, dentro das investigações, de qualquer falha dos policiais militares — afirmou o porta-voz da PM.

De acordo com o coronel Mauro Fliess, o inquérito policial militar que investiga o caso tem duração de 40 dias e pode ser prorrogado por mais 20. O porta-voz da corporação, questionado se os policiais não conseguiriam cumprir o que é ensinado na academia da Polícia Militar diante da violência diária, disse que a lei norteia as ações dos PMs:

— O cenário é de risco, porém, há treinamento. Existe essa dificuldade, mas o policial militar é treinado para controlar essas emoções e agir dentro da lei. É a lei que vai nortear todas as nossas ações.

O Extra

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